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Recolha de sangue para possíveis dadores de medula óssea

Recolha de sangue para possíveis dadores de medula óssea ● 11 Fev ’14  ● TERÇA-FEIRA ●  das 8h00 às 16h00 ● @ Hospital Egas Moniz ●

Imagine que o seu filho precisa de um transplante de medula óssea, e a única coisa que você pode fazer é tentar convencer as pessoas que conhece a fazerem uma recolha de sangue, para verificar se são compatíveis e encontrar, deste modo, um potencial dador para salvar a vida do seu filho.

Nenhuma das pessoas que você conhece é compatível com o seu filho.

Então, utiliza todos os meios de comunicação ao seu alcançe para convencer o maior número de estranhos a doar uma amostra de sangue para saber se são ou não compatíveis com o seu filho. O tempo está contra si. E não consegue perceber como é que, sabendo que o seu filho pode estar em risco de vida, as pessoas ignoram as suas mensagem e apelos, e continuam todos os dias no mesmo ciclo, a ir trabalhar como se nada se passasse, e você, sem poder fazer nada.

Mas agora pode. Pode inverter o ciclo. Se tem a sorte de não ser a pessoa desesperada à procura de ajuda, seja o potencial salvador da vida de outra pessoa. Tente ajudar. Você não tem nada a perder.

Requisitos:

  • Idade compreendida entre os 18 e os 45 anos
  • Peso igual ou superior a 50 kg, e altura igual ou superior a 1,50m
  • Não terem recebido transfusões de sangue desde 1980
  • Não serem portadores de doenças crónicas ou auto-imunes
  • Fazer-se acompanhar da respectiva identificação (BI ou CC)

A brigada é constituída por dois momentos realizados em simultâneo: a inscrição – que requer o preenchimento de um formulário, e a colheita de um tubo de sangue, não sendo necessário estar em jejum.

Se for identificado como possível dador será contactado e serão feitos outros exames laboratoriais de compatibilidade. Existem dois processos de colheita:

  • Colheita de células progenitoras do sangue periférico: o sangue vindo da veia do dador circula através de um aparelho chamado separador celular que recolhe, apenas, as células necessárias para o transplante, devolvendo as restantes ao dador;
  • Colheita de medula óssea: as células progenitoras do interior dos ossos pélvicos são colhidas directamente, pelo que se requer uma breve anestesia e 24 horas de hospitalização.

O dador poderá optar pela forma de colheita e a cada etapa deste processo ser-lhe-á dada informação sobre o que se irá passar.

Para muitos doentes o transplante de medula óssea é a única esperança de vida.

Ser Solidário é um ato de altruísmo.

CONTAMOS CONSIGO PARA PARTICIPAR COMO POTENCIAL DADOR DE MEDULA ÓSSEA

NÃO PODEREI SER DADOR SE:
- Idade inferior a 18 anos ou superior a 45 anos
- Altura inferior a 1,50m
- Peso inferior a 50kg
- Obesidade (Índice de Massa Corporal > 40), mesmo nos casos de colocação de
Banda ou Bypass Gástrico
- Patologia Cardíaca
- Hepatite B ou C, alguma vez na vida
- Doença Oncológica
- Transfusão de sangue depois de 1980
- Doença Auto-imune
- Patologia da Tiróide
- Diabetes
- Anemia Crónica
- Hérnia Discal
- Artrite Reumatóide
- Fibromialgia
- Glaucoma
- Epilépsia
- Não compreender a língua portuguesa tanto na sua forma oral como escrita
- Não tiver residência estabelecida em Portugal

Sabia que há doenças como as leucemias e outros tipos de linfomas, entre outras, que podem ser curadas através de um transplante de medula óssea? Sabia que estes doentes só têm 25% de hipóteses de terem um irmão compatível, e que a hipótese de encontrarem um dador compatível não aparentado é de 1/10000?

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3 coisas que as mães precisam de partilhar com as filhas e por vezes não se apercebem

O Dia dos Namorados aproxima-se e as borboletas começam a bater as asas nas barrigas dos apaixonados. Os futuros problemas amorosos da sua filha ainda não são um tema que lhe tire horas de sono. Por ora, gosta de fazer pinturas com as mãos na mesa da cozinha na companhia da mãe, enquanto prepara o jantar, ou resolver exercícios de matemática com os trocos dos cromos que compraram juntas.

Mas a sua filha, aliás, as nossas filhas vão crescer e vão querer uma vida amorosa feliz, à semelhança do que veem nos contos de fadas.

Os pais, nunca estão preparados para falar sobre sexualidade com as filhas. Acham sempre que é demasiado cedo, mas a verdade é que elas já estão a ser “formatadas” nesse sentido. Todos os dias recebem mensagem mais ou menos directas sobre a sexualidades e/ou o corpo feminino. São essas mensagens que irão influenciar, sem que os pais se apercebam, a adolescente e a mulher em que ela irá se tornar.

Na capa de uma revista aparece uma fotografia de uma mulher seminua, numa pose artificial com uma expressão facial que transmite noções erradas de sexualidade às nossas filhas. É importante que percebam que grande parte da publicidade representa uma imagem do ideal “feminino”, e não da realidade.

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O mesmo acontece quando uma criança está a cantar e a dançar músicas pelo prazer da melodia e diversão sem se aperceber dos seus atos “ Ai se eu te pego, ai ai seu te pego” (acompanhado da respectiva coreografia).

Cada uma destas mensagens é como uma bola de neve que vai crescendo, e quando dermos por isso as nossas filhas estão atoladas de informação que achamos não ser apropriada para as suas idades, e pior, é que pensamos que elas ainda não estão “nessa” fase.

As nossas filhas, além de lidarem com a pressão social e cultural, por vezes sentem a ausência de uma boa conversa, o que pode levar à ignorância e insegurança sobre seus corpos. Esta incerteza vai aumentar durante a infância e adolescência, culminando com problemas de autoestima que se irão refletir nas suas vidas pessoais e amorosas.

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Enquanto crianças, as dúvidas e curiosidades das nossas filhas prendem-se a questões tais como: “O que eu serei quando for grande? “ ou “Como é que eu serei quando for grande”.
A partir da pré-adolescência, as suas dúvidas serão mais complexas e abrangentes.

Embora não acredite, estas serão algumas das perguntas que a sua filha fará a si própria:

- Serei magra o suficiente para gostarem de mim?
- Estou bonita o suficiente para gostarem de mim ?
- Estou sexy o suficiente para ser gostarem de mim?
- O meu peito é grande o suficiente para gostarem de mim?
- Os meus lábios são cor-de-rosa o suficiente e têm a forma correta — gostarem de mim?
- Se eu enviar  uma fotografia minha numa pose sexy ao rapaz popular da escola, vão gostar mais de mim?

Para preparar a sua filha para resistir a estas pressões, precisa de ajudá-la a definir-se como uma pessoa confiante, com autoestima e que se respeite enquanto pessoa. Este será meio caminho andado para que cresça a sentir-se segura como adolescente e como mulher.

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Aqui ficam três conceitos que a sua filha precisa que a Mãe lhe transmita:

1. Precisa de informações sobre o seu corpo.

Não podemos desenvolver a confiança real sem conhecimento de nós próprios, por isso é muito importante que ensine a sua filha a chamar as coisas pelo nome. Chama-se anatomia, e vamos ensinando ao longo do crescimento. Se ela tem idade suficiente para saber o que o lóbulo da orelha é, então tem idade suficiente para saber o que é a vulva.

Se quer que a sua filha se sinta segura o suficiente, para lhe fazer perguntas, quando despertar para a sexualidade, é aqui que tudo começa.
Explique-lhe o nome de cada coisa com naturalidade, assim ficará tudo arrumadinho na sua cabeça e será mais fácil ter a abertura desejada para colocar as questões pretendidas quando estas surgirem.
Se começar apenas durante a adolescência, a sua filha ficará constrangida e não irá falar consigo sobre essas questões: o que significa que o fará com outra pessoa.

2. Precisa de aprender a respeitar o seu corpo e suas capacidades.

Com esta idade as crianças adotam como padrão a seguir os progenitores. Neste caso, as raparigas seguem o exemplo leal do que observam das mães.   Se a mãe não respeita o seu próprio corpo, também ela não respeitará o dela. Evite fazer criticas à parte física das mulheres, inclusive à sua. Não goze com mulheres obesas ou com qualquer outro problema físico. Se fizer dieta ou exercício físico, transmita-lhe que o faz para ser saudável, não tanto para alcançar um ideal estético, embora seja importante que se sinta confortável com sua aparência. Faça reforços positivos às capacidades interiores, à força de vontade, ao optimismo, e ao intelecto.

3. Precisa saber que pode conversar sobre qualquer coisa com a MÃE.

A maior parte das mulheres inconscientemente cria um vazio de conversação entre mãe e filha quando o assunto é a sexualidade. Originalmente porque as mães acham que a filha ainda é muito nova para falar sobre o tema, e depois porque as filhas acham que a mãe nunca iria aguentar ou lidar com o assunto. Que assuntos escondem as adolescentes e as jovens mulheres das próprias mães? Estudos revelam que as raparigas na adolescência falam com os psicólogos sobre orientação sexual, abusos, abortos, relações amorosas, ou mais tarde, problemas nos seus casamentos. Quer que a sua filha passe por isto sozinha, ou com a mãe ao seu lado?

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Para  um diálogo de partilha com a sua filha terá que a conquistar, construindo uma relações sólida e baseada na confiança. Será um privilégio acompanhá-la e educá-la durante o seu crescimento, ao longo de toda a sua vida.

Porque o que a sua filha precisa é da sua MÃE.

fonte huffingtonpost