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Aqueduto da Águas Livres

Abertura do Aqueduto das Águas Livres

VISITA ●  Março a Novembro ● de Terça a Sábado ● das 10h00 às 17h30 ● @Aqueduto das águas livres ● Toda a Família | 2€/adulto // 1€/séniores e estudantes // <12 anos/gratuito ●

A travessia do Vale de Alcântara reabriu ao público no passado Sábado dia 1 de Março. Este é uma visita que vale não só pelo conteúdo histórico, mas pela única e privilegiada vista panoramica sobre a cidade de Lisboa.

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Vista Norte
Lizbona_Panorama_Awedukt2Vista Sul

Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa.

O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V e as obras iniciaram-se em 1731 dirigidas por Manuel da Maia e Custódio Vieira. Com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, Sintra, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1755.

O Aqueduto é uma das mais notáveis obras de sempre da engenharia hidráulica e a sua extensão total , incluindo todos os seus ramais, é de 58.135 metros.

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VIVER LISBOA | A baixa pombalina

Um sitio onde adoramos passear é na Baixa Lisboeta. Estacionamos ao ar livre, onde nos for permitido. Desta última vez foi perto da casa dos Bicos,  fomos a pé até ao Terreiro do Paço, percorremos a Rua Augusta completa e paramos em cada Homem estátua, para ver o que acontece. Ouvimos as bandas de rua que tocam desde musicas do mundo a Jazz, passámos por tunas académicas que cantam afinada e desaforadamente para pagar as propinas, e colocamos-nos em roda a ver o mágico.  Os miúdos riem e olham para nós espantados à procura de respostas: “Para onde foi a carta”- perguntam com os olhos a brilhar. No meio do espectáculo o palhaço, neste caso a palhaça  aproveita o momento de descontracção familiar, para fazer umas flores e espadas em balões salsicha e distribui pelas crianças: aqui restam-nos duas hipóteses, ou pagamos um euro por balão, ou agradecemos e devolvemos enquanto sorrimos e os miúdos choram. Lá vem o balão, que sabemos que não durará até ao carro, mas para evitar o constrangimento do choro, e também por um euro…
Continuamos o passeio e subimos ao elevador de Santa Justa. Chegando lá acima ainda subimos as escadas de caracol até ao miradouro. “Que alto que é, se eu soubesse voar quando parasse para descansar parava aqui!” – Diz o ZM sempre no mundo dos super-heróis.  Aproveitamos e vamos ao Chiado, não podíamos deixar de comer um gelado, e sempre descansamos um bocado. De regresso ainda visitamos o MUDE – Museu do Design e da moda. De entrada livre, um museu com peças atractivas onde gosto de ir várias vezes com os miúdos, e aos poucos vão desenvolvendo os conceitos de arte e ganham uma cultura visual mais ampla.

Um passeio livre e gratuito que aconselho sempre que o sol espreite e que lhe apeteça sentir-se um turista acidental em Lisboa.

http://www.mude.pt/entradaMobile.html

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